Ainda há mil milhões de pessoas que defecam ao ar livre
A Saúde Ambiental é sem dúvida uma importante
ferramenta para a Saúde Publica, no que respeita a áreas como a Promoção da
Saúde, Higiene e Saúde do Habitat e tantas outras, referencio estas pois estão
relacionadas com a temática que hoje será abordada.
Enquanto estudante realizei a minha formação na
área da Saúde Ambiental, como tal não poderia deixar de partilhar a minha
preocupação em relação a uma notícia que faz referência à necessidade por parte
de uns largos milhões de pessoas de sistemas de saneamento básico, associado-se a este problema a falta de qualidade da água para consumo humano, sendo este tão ou mais grave a nível de consequências para a saúde.
A má qualidade da água é um dos maiores vectores de
transmissão de doenças (cólera, diarreia, disenteria,
hepatite e febre tifóide) para o ser humano.
A criação de condições de saneamento é um forte
contributo no que respeita à erradicação de doenças altamente transmissíveis e
mortais para o ser humano e por conseguinte representa um melhoramento significativo
na saúde das populações a nível mundial.
David Ralha
ESTUDO DA ONU
Ainda
há mil milhões de pessoas que defecam ao ar livre
por Mariana
Pereira, editado por Ricardo Simões Ferreira
A
ONU chama a atenção para os perigos de uma prática de mil milhões de pessoa,
num recente estudo sobre água potável e saneamento.
Peritos das
Nações Unidas (ONU) chamam a atenção para o facto de a defecação ao ar livre
continuar a ser praticada por mil milhões de pessoas em todo o mundo. No
lançamento de um novo estudo sobre água potável e saneamento, os especialistas
alertaram que cólera, diarreia, disenteria, hepatite e febre tifóide são
doenças a que esta prática expõe. As sociedades onde ela ocorre tendem a ter os
níveis mais elevados de mortalidade infantil abaixo dos cinco anos, a ONU
refere diversos estudos que revelam que melhorar o saneamento reduz um terço da
mortalidade infantil. Ler mais…
fonte: Diário de Noticias
